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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Diversão é identidade e Star Wars dá bom exemplo.


O ator John Boyega ficou comovido com o garoto brasileiro Matias, de 4 anos de idade, que adorou e pediu à mãe o boneco do personagen Fin de O despertar da Força, feliz da vida dizendo à mãe, "É pretinho como eu". É bonito ver como reagiu o ator, na imagem ao lado. 

Há muitas campanhas para personagens terem a mesma diversidade étnica daqueles que vão se espelhar neles depois. São poucos os super-heróis negros, mas se pensarmos com calma mesmo super-heroínas ainda são poucas de destaque no cinema. 

Com grande número de autoras, cineastas latinos, negros, homossexuais, o processo criativo das obras da cultura pop têm levado em consideração superar décadas em que apenas brancos, estadunidenses heterossexuais eram tudo o que mostravam, como parte da tradição WASP (White, Anglo-Saxonic, Protestant) dos EUA. Ainda sobre o Despertar da Força, uma moça é a protagonista, Fin tem um ator mexicano como aliado na ação, os brinquedos têm chamado a atenção pela diversidade. 

Para quem considerar demagogia, veja que isso está sendo feito com naturalidade, não parando a ação para chavões de autoafirmação, mas como gostaríamos que ocorresse na vida, com todos podendo interagir sem que o que hoje gera vulnerabilidade tivesse mais tanta importância. Ainda bem que muito, muito tempo atrás, numa galáxia muito, muito distante, essas coisas não importavam...





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