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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Carta da Bahia para o protagonismo juvenil


CARTA DA BAHIA
 
A Pré–Conferência de Juventude das Américas, reunida na cidade de Salvador, estado da Bahia, Brasil, de 24 a 26 de maio de 2010, com a participação de 259 pessoas jovens e adultas de 29 países das Américas, representando governos, parlamentos e membros da sociedade civil faz, por meio desta Carta da Bahia, uma análise da situação da juventude na região das Américas, postula um Chamado à Ação e apresenta proposições com vistas a mudar paradigmas e a ampliar os enfoques de juventude na consecução dos Objetivos do Milênio (ODMs), consagrados por todos os países membros das Nações Unidas, cujo alcance só será possível com a redução das desigualdades e da pobreza, e com a promoção de um desenvolvimento equitativo, socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente sustentável.

A JUVENTUDE NAS AMÉRICAS
 
Nossos países se caracterizam por uma ampla diversidade cultural e étnica, e ostentam níveis desiguais de qualidade de vida e de desenvolvimento humano. Ao mesmo tempo em que enfrentam problemas comuns, nossos povos se alimentam da esperança de que suas crianças, adolescentes e jovens poderão viver, em breve, em uma América menos desigual e mais justa. Por essa razão, nossos povos se comprometem com a construção de sociedades mais prósperas, mais democráticas e mais equitativas.

Nossos governos reafirmam os compromissos de nossas sociedades por meio das políticas públicas que implementam com abordagem diferenciada em cada região e/ou país. Configurado como de grande relevância para os países da América Latina, o “bônus demográfico juvenil” apresenta peso distinto e relativo para parte dos países do Caribe, para o Canadá e para os Estados Unidos. Em comum, nossos países enfrentam os mesmos desafios de combate à pobreza e à desigualdade social em todos os países da nossa terra americana.

Em particular, compartilhamos os mesmos desafios para redimir nossas crianças, adolescentes e jovens das situações de pobreza e de falta de oportunidades. Da mesma forma, compartilhamos a mesma vontade política de preparar melhorar às pessoas jovens para que agora, no tempo presente, as juventudes de nossos países possam tornar-se sujeitos de direito e contribuir como atores estratégicos e fundamentais dos processos de desenvolvimento de nossos países.

Para ler a  carta na íntegra, clique aqui.

Para saber mais sobre a carta, clique aqui.

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