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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Instalado nesta quarta Forum Alagoas Inclusiva

A solenidade definida para 15 horas, terá como local o auditório do Pleno Tribunal Regional do Trabalho (TRT), da 19ª. Região, localizado na Avenida da Paz – Centro.

O Fórum “Alagoas Inclusiva” é o segundo em todo o Brasil e objetiva reunir entidades e instituições para apoiar os grupos em desvantagem (pessoas com deficiência, idosos, não-heterossexuais, afro-descendentes, mulheres) e combater qualquer forma de discriminação.

De acordo com a programação, após a instalação do Fórum, está definida a palestra da procuradora do Trabalho Valdirene Silva de Assis, coordenadora do Fórum de Combate à Discriminação do Amazonas, o primeiro do Brasil. Ela vai falar sobre sua experiência à frente da entidade.

Em seguida, está definida a palestra da professora Clara Suassuna Fernandes (foto à direita), da Ufal, que falará sobre “A importância da instalação do Fórum para o trabalho dos parceiros”. Ela é doutora em História e uma estudiosa da cultura negra.

O terceiro palestrante convidado é o professor Romeu Kasumi Sassaki, consultor em inclusão social e liderança de movimentos nessa área de inclusão desde a década de 70, que falará sobre a importância da criação do fórum, do site e demais veículos de inclusão do projeto “Alagoas Inclusiva”.

O professor Francisco Lima, coordenador do Centro de Pós-Graduação em Educação Inclusiva da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), fará palestra centralizada no tema “A importância do fórum e dos veículos de inclusão para as pessoas com deficiência”. Lima é cego, usuário de cão-guia, pai de uma criança também cega, autor de invenções que promovem acessibilidade às pessoas com deficiência e organizador de um dos primeiros cursos de áudio-descrição do Nordeste.

Ampliação da luta

De acordo com a procuradora do Trabalho e coordenadora do Fórum, Virgínia Ferreira, ele será uma ampliação das ações do Núcleo de Combate às Desigualdades nas Oportunidades de Trabalho em Alagoas (NCDOT). "Antes, combatíamos a discriminação no mercado de trabalho dos grupos em desvantagem, mas, a partir da instalação do fórum, a luta de combate à discriminação será ampliada", enfatiza Virgínia.

Ainda de acordo com a coordenadora, o Fórum fará com que essas pessoas pertencentes aos grupos em desvantagem tenham acesso não só a oportunidades de trabalho, mas que sejam respeitadas por suas diferenças e que tenham uma vida digna. “O que pretendemos é contribuir para formação desses cidadãos". No MPT, Virgínia Ferreira também responde pela Coordenadoria Regional de Promoção de Igualdade de Oportunidade e Eliminação da Discriminação do Trabalho.

Os três ramos do Ministério Público – do Trabalho (MPT) em Alagoas, Federal (MPF) e Estadual (MPE) –, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), a Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal), as organizações do Sistema S (Sesi, Sesc, Senai, Senac, Sebrae, Senar e Sest/Senat), entre outras entidades farão parte do Fórum.

Na oportunidade a idealizadora, coordenadora e consultora do projeto “Alagoas Inclusiva”, Nívia Andrade, a consultora responsável pela elaboração dos veículos de inclusão do projeto, Rita Mendonça, e o webdesign Jalves Nicácio farão apresentação do site do projeto.

Fonte: UFAL

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