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sábado, 25 de outubro de 2008

"Lutar por Direitos Humanos não é crime"

Movimentos sociais e entidades, entre elas a CPT, lançaram no dia 17 de outubro a campanha “Lutar por Direitos Humanos não é crime”. Um dos objetivos da campanha é construir um coletivo que atue contra a criminalização dos movimentos sociais e suas lideranças. Os participantes da campanha irão pressionar o Tribunal Regional Federal para que julgue os recursos que pedem a anulação das sentenças que condenaram José Batista Afonso (CPT) e lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores e Garimpeiros da Mineração (MTM). A Campanha também irá lutar em defesa da Amazônia e dos povos da floresta, pressionar o Tribunal de Justiça do Pará para que julgue o recurso que pede a anulação do julgamento que absolveu Vitalmiro Bastos, acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, e garantir total apoio ao bispo Dom Erwin e à Prelazia do Xingu na luta contra a Construção da Hidrelétrica de Belo Monte e na defesa da causa indígena.

Durante o dia 17, foi realizado um seminário para a discussão dos temas: “Grandes projetos, Reforma Agrária e Criminalização dos Movimentos Sociais” e “Lutar por Direitos Humanos, Econômicos, Ambientais & Criminalização dos Movimentos Sociais”, com a participação de José Batista Afonso, da coordenação nacional da CPT. Participam da campanha a CPT, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o MST, a Sociedade Paraense de Defesa de Direitos Humanos (SDDH), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Intersindical e Conlutas.

Fonte: Fórum Carajás

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